EVOLUÇÃO

16-04-2021

A nossa condição humana pede-nos a evolução.

Há uma força que sinto, desde que regressei da Madeira que me sussurra esta necessidade de impulsionar processos para transcender várias crenças humanas, de forma a libertar o SER das suas próprias amarras.

Quando reconhecemos que somos seres espirituais, temos a responsabilidade de edificar a harmonia e a paz. Mas por vezes é mais fácil apoiar a construção desse de caminho no outro, estando ao serviço para fora (em exteriorização), que pode significar uma fuga ao próprio processo pessoal.

Tenho assumido este compromisso comigo mesma de procurar núcleos de silêncio. O meu corpo tem sido reconhecido como um Templo Sagrado, onde reúno as minhas partes, reconhecendo tudo o que fui, tudo o que sou, abrindo assim espaço para poder projectar tudo aquilo que serei.

Sem este espaço de silêncio, a nossa energia fica dispersa, os pensamentos surgem mas não se materializam. O SER existe, mas não se manifesta na Terra, e desta forma, não se cumpre.

Neste percurso, de reconhecimento abre-se então esse espaço para que seja projectado para o Mundo uma Nova Consciência Humana, capaz de construir o Céu na Terra.