Guardiã de Novembro

A Guardiã de Novembro chega com a sabedoria das águas profundas, da geometria e do poder da alquimia. Desde o cálice de madeira surgem duas serpentes, representando o poder da vida e da morte. Nas suas mãos contém ainda as Castanhas, cuja casca protege o doce e nutritivo fruto, um ramo de Crataegus monogyna representando a magia e a ligação ao coração, bem como um outro de Juniperus, representando a medicina, a cura. Por detrás desta Guardiã podemos ver as hastes de um veado, remetendo para a sacralidade deste animal que vive nas florestas mais densas, sendo um símbolo para várias culturas de imortalidade, orientação, fertilidade, bondade, mudança e renovação.

Esta Guardiã é um convite a resgatar a magia, a conexão com a floresta negra e com a magia.


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