The Chalice Well

Têm sido tempos onde a viagem acontece dentro a viagem, relembrando estas espirais infinitas onde vários tempos e espaços se cruzam em simultâneo.


Hoje venho terminar a história desta viagem a Inglaterra que, na realidade, não tem um fim.



Muito foi vivido, mas nem tudo pode ser revelado, apenas porque algumas experiências precisam da real vivência, através do sentir e da partilha com cada uma das personagens ali presentes.


Na manhã de visita ao Chalice Well a família YosoY estava de novo reunida. Houve a possibilidade de juntar o grupo novamente, apesar de uns estarem mais extrovertidos, distantes, ou em contemplação profunda das águas internas, a verdade é que houve abertura para criar conexão, rituais, risos, fotografias…..


Uma vez mais, sentia que a minha faceta venusiana estava bastante presente, atenta ao cuidado, não só do grupo, mas também dos vários elementais e também seres que nos acompanhavam nesta viagem.


Assim que alcançamos o grande poço, foi difícil sair desse lugar. Por entre brincadeiras, as águas daquele lugar permitiram a reconexão de almas e despertaram mensagens para as quais eu não estava preparada.

Fui levada a memórias muito antigas, ligadas a um casal que dominava a energia crística e cujos filhos haviam recebido o baptismo naquele lugar. As espirais de água abriam-se a meus pés, revelando imagens e emoções dessa vivencia, levando a Sara o reconhecimento de que ele era filho da rosa. Choramos juntos, no reconhecimento da energia fractal, e no reconhecimento daquele lugar sagrado, cujas águas são a bênção e a purificação para o novo caminho que estamos a preparar.


Abrir mão do passado, reconhecendo cada vez mais a totalidade de quem somos, abre a energia necessária para cuidar do presente, de forma a podermos viver um futuro coerente.


Em reconhecimento de tudo o que fui, permito-me agora ser quem sou.

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